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Responsável: Profa. Dra. Priscilla Santos 

Cadastrada como MEI - Brasília / DF

Na escrita, assim como no esporte

February 18, 2017

 A inserção da tecnologia no cotidiano dos brasileiros redimensionou o papel do texto escrito em nossa rotina. Atualmente, apesar dos aplicativos que permitem a comunicação por meio de voz e com transmissão de imagem, as mensagens escritas têm lugar de destaque, sobretudo quando se trata de redes sociais. Com isso, a escrita ultrapassa os contextos profissional e acadêmico, conquistando um amplo espaço na manutenção das relações interpessoais.

 

Contudo, observa-se que a frequência de uso da língua escrita não garante aos escritores do dia a dia que essa seja uma tarefa fácil e simples. Escrever é um desafio para grande parte da população brasileira, e isso pode ser comprovado pelas notícias que a mídia veicula, anualmente, sobre os resultados e a qualidade das redações produzidas pelos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio, o tão famoso ENEM.  Em sua edição do ano de 2014, 529 mil notas zero contrastaram com 250 notas mil, o que chamou a atenção de diversas mídias da informação.

 

Diante da comprovada dificuldade de se produzir um texto escrito de qualidade, é importante não se intimidar, pois sempre haverá algo que se quer melhorar em um texto. Quando essa produção possui fins profissionais e(ou) acadêmicos, não tem erro: ainda que seu trabalho esteja formalmente impecável, sem uma vírgula fora do lugar, ao relê-lo, você identificará algo que pode ser melhor apresentado.

 

E o que fazer diante disso? O mesmo que os grandes atletas, treinar. Escrever sempre, escrever com atenção e cuidado, escrever sobre qualquer tema e ler muito. Ler textos de qualidade ou não. A ideia é clichê, mas para se escrever com clareza, correção e facilidade, nada melhor do que ler. Pedir ajuda também é uma boa estratégia, procurar um profissional para aulas de aprimoramento, ou, simplesmente, um amigo leitor; afinal, depois de tantas idas e vindas, nos acostumamos com o que escrevemos e precisamos de um outro olhar, preferencialmente de alguém que poderá indicar alguns caminhos para o aprimoramento da escrita e não simplesmente apontar os erros.

 

Sendo assim, nada de pensar: eu não sei escrever, eu não tenho esse dom. Escrever não é dom, é treino, é dedicação e suor. Então escreva, leia, reescreva, e se, ainda assim, estiver com baixo rendimento, chame um treinador. Com certeza, essas ações nos farão melhores escritores, sejam esses profissionais ou de redes sociais.

 

 

 

 

 

 

 

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